Gente, se antes a vida já estava tumultuada, agora trabalhando 8h, com curso às sextas e no último ano da faculdade (leia-se TCC e outros trabalhos), ferrou! Ainda tive um probleminha com o blog na semana, ele ficou fora do ar, quase perdi tudo, mas a Daniarrumou tudo pra mim!
Mesmo assim procuro manter as unhas em dia..
E no carnaval, fui toda trabalhada no fluor:
Fluors (Impala) – Esqueci de arrumar o fundo
O brilho ficou por conta do extra brilho roxinho da Colorama
Siiim, a Bia e a Ana Pace também estavam presentes:
Cheguei e o babado todo já tinha começado e já tive logo que me apresentar. Como estava no final da dinâmica, fiquei sem saber quem muitas ali eram, mas agora já estou me informando…
Detalhe para toda a organização da Mari Frioli Gueller
Como sempre foi maravilhoso, rolou um brechó, me controlei para sair de lá sem nada e claro que não poderia faltar muito papo, fofocas, comidinhas e #gordassafadas.
Gente, e o cupcake que a Ju Sena fez? O melhor que já comi na vida!!!! Muito bom e molhadinho! Bonito por fora e gostoso por dentro!A foto ficou estranha porque sei lá o que acontece com oo foco da minha câmera…
E para terminar, as sobrevivente que saíram da casa da Aline quase 21h
Eu, Cris, Mari Trigo, Gi, Mahara (Que chegou depois), Helô, Mari Castro, Ju Sena e Aline
Não vejo a hora do próximo… Páscoa, Zoológico, seja o que for tenho certeza que será muito bom, principalmente pelas amigas queridas!
Eu poderia ter viajado…
Eu poderia ter namorado…
Mas eu trabalhei no carnaval.
Eu também poderia fazer um post de lamentações, mas por incrível que pareça, eu adorei!!!
Isso me faz recordar todo aquele papo que minha mãe tinha sobre sentir prazer com o que você trabalha. Pela primeira vez, fui acompanhar o prefeito, ajudei no credenciamento da imprensa e conheci muuuuita gente importante. Até bati papo e fotos com os repórteres da Globo, foi o máximo!!!!
Eu já tinha assistido ao desfile das escolas de samba em 2001, se não me engano. E por mais que você não goste de carnaval, assistir ao vivo, ou principalmente dos camarotes é tudo de bom. Não, eu não saí por lá sambando, nem tive muito tempo pra isso e nem sei sambar, mas a energia da torcida e a força da bateria é tão grande que arrepia e o coração dispara!
A estrutura de um camarote é muito boa. No camarote da Cidade de São Paulo, por exemplo, tinha comida, bebida, chapelaria, make, massagem, penteado, customização, tudo na faixa. E se você já vai começar com o papo de desperdício de dinheiro público, pode parar. Nada saiu do bolso da Prefeitura, e sim dos cofres dos patrocinadores.
Pizzaria
O único desfile que assisti inteiro foi o da Gaviões. Me arrepiei várias vezes com a torcida, com o presidente Andrés Sanches caindo em lágrimas, com a torcida, e claro, com a bateria. Infelizmente não tivemos pique para acompanhar o da minha escola querida Vai-Vai, mas fiquei na torcida.
Artistas vi bastante. Este ano o camarote foi muito elogiado com relação aos convidados. Não vou me lembrar de todo mundo, mas vi o Nino (Cássio Scapin), a Pepela Zurita (mulher do Emílio do Pânico), Rodrigo Faro, Fábio Arruda, Oscar Magrini, Alessandra Scatena, Hortência,ah, muita gente. Fora repórteres e outros esportistas. Só lamento por não ter visto o Evandro Santo, que também estava lá.
Só depois fiquei sabendo que a minha credencial de imprensa também dava acesso ao Brahma e outros camarotes, mas li por aí que o nosso estava mais badalado, pelo menos na sexta.
Com o José Roberto Burnier da TV Globo. Muito simpático!!!!
Bom, agora vou indo porque mais tarde estarei no desfile das campeãs…
Assim que regularizar o meu sono subo mais fotos no Flickr.
Quando soube desse baphão fiquei super ansiosa para a chegada da coleção. Ontem quando cheguei em casa tinha um super presente da Impala…
Claro que a primeira coisa que fiz foi tirar o esmalte que eu estava para poder experimentar. Ao contrário do que já tinha lido, passei duas demãos e ficaram bons! Passei um Extra Brilho e as cores não mudaram.
A linha é formada por cinco cores fortes e vibrantes, inspiradas na New Wave dos anos 80, a coleção Impala Mattefluors proporciona o efeito fosco-acetinado nas unhas, uma forte tendência que surgiu recentemente entre as consumidoras de países da Europa e dos Estados Unidos.
Nessa semana as aulas da faculdade estão de volta. Último ano, expectativa, ansiedade e medo de não dar conta, já que o ritmo vai ser mais hard por causa do meu novo horário de trabalho.
Preparei um post com o @Sesséu desde que o 6º semestre começou. Não tinha publicado falta de tempo, masss, nunca é tarde. Segue um balanço dos Meus queridos Professores – Parte III
Os professores melhoraram, dominaram mais o assunto das aulas. Claro que nem tudo foi perfeito. A semana começava muito bem com a aula de Ambiente Econômico Globalnot com o nosso querido professor:
Vivia filosofando. Apostou que a Dilma será presidente e que o São Paulo iria ganhar o Brasileirão (perdeu). Adora uma piadinha de pobre e quer ser Morettski quando crescer. Seu jeitinho de Massaranduba solteirão faz a alegria da mulhegada! Mas muito cuidado, não se engane com ele. Mau humor é o seu sobrenome, não dá revisão porque, segundo ele, isso é coisa de aluno preguiçoso. Muito chatoooooo! Vício de linguagem: Pensar alto – “Ahhhh…” ou “Hummmm…” - Bem Ross mesmo! Crítica construtiva: Precisa avisar quando falta!
Terça-feira era dia do grande ditador nos lecionar Livro Reportagem:
Sim, ele voltou! A modéstia continua não existindo em seu vocabulário, mas desta vez está mais simpático, divertido, faz umas piadinhas. Percebeu como a vida é dura sem a sua fiel secretária e ficou todo perdido e desamparado. Com ele aprendi que jornalista não é fofoqueiro, só repassa a informação. Vício de linguagem: Utilizar as palavras mais complicadas possíveis, principalmente na hora da prova. Sempre tem uma palavrinha que ninguém sabe e ele, claro, sente prazer quando demonstramos. Crítica construtiva: Deu uma engordadinha! Bora pros ferros!
Quarta era o dia das professorAs. Primeiro, aula de Psicologia do Consumidor
Ser aluna e funcinária de Vladimir Herzog já impõe respeito. Deve ter sido muito liberal quando mais jovem e, por isso, procura manter todo um espírito de juventude. Já teve dois casamentos que não deram certo, mas a colega se deu bem na vida. Vício de linguagem: Gente – “Gente, a gente está aqui hoje para aproveitar a vida! Sabe gente, quando eu era mais jovem eu aproveitava, isso antes de casar com o meu primeiro marido. Gente, eu tinha umas amiguinhas e gente, a gente aprontava muito!”. Crítica construtiva: Ela nunca se lembra onde deixou a bolsa. Precisa de uma cordinha, sei lá, para não perder. Coisa de gente phyna!
No segundo horário, Jornalismo Comunitário:
Deve ter sido a nerd máster da ECA. Costuma rir de suas próprias piadas e ninguém entende a coitada. O pessoal na verdade começa a rir das caretas que ela faz quando fala e ela se sente A Engraçadona! Dá dó! Not Vício de linguagem: Obviamente – “Obviamente, que uma rádio comunitária precisa de concessões para funcionar e, obviamente, que o governo não as concede. Então, obviamente, um veículo comunitário precisa ter, obviamente, pessoas da comunidade trabalhaaando e produziiiindo algo, né? E, obrigatoriamente, isso precisa acontecer…”. Crítica construtiva: Falta didática! Segunda aula é preciso muita e realmente, ficar lendo textos não é legal. O pessoal assina a lista e vai embora mesmo!
Quinta a aula que deixou saudade. Telejornalismo com:
A aula mais legal com gente que realmente trabalhou na área. Sempre bem vestido, chega na sala quietinho e pontualmente começa a falar, falar e falar. Falou que é Twitteiro, mas nunca vi uma atualização. É um pouco bipolar, sempre muito legal na primeira aula e mais nervoso na segunda, provavelmente porque algum aluno chato foi amolar. Sim, eu o adoro porque ele lembra muito o meu pai! Vício: Dar sermões – “Vocês vão fazer um trabalho e já que me interromperam, se virem! Eu estava aqui querendo explicar. Como vocês acham que é a vida lá fora, nas redações? Vão chegar lá pensando que sabem tudo só por causa da merda de um diploma e escreve errado, ou bate boca com alguém. Aprendam uma coisa, vocês podem ser jornalistas com diplomas, mas os ruins nunca serão bons profissionais. Isso lá fora está cheio! Eu sei, eu vejo isso direto!…” Crítica Construtiva: Poderia pedir para ele ouvir menos os alunos chatos e parar de transformar a aula em particular, mas o menino chatão que fazia isso abandonou a faculdade! Portanto, \O/
Sexta-feira, para fechar a semana, dia de Agências de Notícias com o nosso querido:
Ele quer popular o mundo gente! Está no segundo filho em 3 anos de faculdade.
No primeiro ano deu aula para a nossa sala e coitado, suava muito! Alguns dias ele até trocava a camisa na hora do intervalo, mas agora parou! Vício de linguagem: “Boooooa!”, “E tatata, tatata….” e “A Havas…” Crítica Construtiva: Ah, no primeiro ele era mais motivado, acho que as trocas de fraldas estão acabando com ele!
Crítica construtiva: Deu uma engordadinha! Bora pros ferros!
Eu sempre tive vontade de criar um blog sobre os eventos que acontecem nas adjacências da Paulista, que é praticamente o quintal de casa. Enquanto isso não acontece, vou começar humildemente uma tag aqui no blog chamada Pela Paulista, para tentar mostrar um pouquinho deste pedacinho da cidade.
Começo essa tag com a inauguração de uma nova área de lazer que ganhamos no início da semana, o Parque Mario Covas.
Imagem: João Luiz/Secom
A escolha do nome foi polêmica, uma vez que o terreno já tenha pertencido a René Thiollier, um dos principais apoiadores e patrocinadores da Semana de Arte Moderna de 1922, combatente da Revolução Constitucionalista de 1932, entre outros. Quando ele morreu, a família vendeu o imóvel e a mansão foi derrubada. Como a maioria dos imóveis antigos daqui do bairro, a área já foi utilizada como estacionamento e ficou abandonada por um tempão. Hoje, a filha de René, aos seus 88 anos, reivindica a troca do nome, mas por enquanto nada foi alterado.
O Parque Mario Covas foi inaugurado no dia do aniversário da cidade, 25 de janeiro. Está localizado ao lado daquele casarão onde acontece à feira de animais e roupas. O local também já abrigou a casa onde nasceu o paisagista Roberto Burle Marx, que também desenvolvia trabalhos como desenhista, pintor, escultor e musicista.
Para lazer, o parque possui uma área com mais de 5 mil metros quadrados e conta com bicicletário, banheiros e Central de Informações Turísticas (CIT).
Serviços ao Turista:
A CIT terá uma equipe bilíngüe para ajudar a fornecer informações sobre a história da cidade, os pontos turísticos, roteiros, passeios e programação cultural. A equipe também estará treinada para prestar informações sobre a história do parque e do antigo casarão que existiu no local.
Além disso, estarão à disposição dos turistas materiais impressos, como mapas, sugestões de roteiros e informações sobre os equipamentos da cidade. A central funcionará diariamente das 8h às 20h.
Mais um pouquinho sobre a história:
Achei que ficou um pouquinho confusa essa história de Burle Marx e René Thiollier. Resolvi pesquisar e li no Diário Oficial que a área do parque realmente abrigou a casa onde nasceu Burle Marx e foi projetada pelo René Thiollier. A casa construída com toda aquela influência européia do século 20 era uma das mais imponentes da região e recebeu jantares e encontros da alta sociedade. Em 1972 o casarão foi demolido e em 1992 foi tombado pelo Compresp.
Funcionamento: Todos os dias, das 6h às 22h. Localização: Esquina da avenida Paulista com a alameda Ministro Rocha Azevedo Telefone da administração: 3289-2160