06
Feb
2010
Coleção Matte Fluors Impala

Quando soube desse baphão fiquei super ansiosa para a chegada da coleção. Ontem quando cheguei em casa tinha um super presente da Impala…

Claro que a primeira coisa que fiz foi tirar o esmalte que eu estava para poder experimentar. Ao contrário do que já tinha lido, passei duas demãos e ficaram bons! Passei um Extra Brilho e as cores não mudaram.

A linha é formada por cinco cores fortes e vibrantes, inspiradas na New Wave dos anos 80, a coleção Impala Mattefluors proporciona o efeito fosco-acetinado nas unhas, uma forte tendência que surgiu recentemente entre as consumidoras de países da Europa e dos Estados Unidos.

Amei e ainda não sei por qual começar…

Obrigada Impala!!!!

 
30
Jan
2010
Meus Queridos Professores – Parte 3

Nessa semana as aulas da faculdade estão de volta. Último ano, expectativa, ansiedade e medo de não dar conta, já que o ritmo vai ser mais hard por causa do meu novo horário de trabalho.

Preparei um post com o @Sesséu desde que o 6º semestre começou. Não tinha publicado falta de tempo, masss, nunca é tarde. Segue um balanço dos Meus queridos Professores – Parte III

Os professores melhoraram, dominaram mais o assunto das aulas. Claro que nem tudo foi perfeito. A semana começava muito bem com a aula de Ambiente Econômico Global not com o nosso querido professor:

Vivia filosofando. Apostou que a Dilma será presidente e que o São Paulo iria ganhar o Brasileirão (perdeu). Adora uma piadinha de pobre e quer ser Morettski quando crescer. Seu jeitinho de Massaranduba solteirão faz a alegria da mulhegada! Mas muito cuidado, não se engane com ele. Mau humor é o seu sobrenome, não dá revisão porque, segundo ele, isso é coisa de aluno preguiçoso. Muito chatoooooo!
Vício de linguagem: Pensar alto – “Ahhhh…” ou “Hummmm…” -  Bem Ross mesmo!
Crítica construtiva: Precisa avisar quando falta!

Terça-feira era dia do grande ditador nos lecionar Livro Reportagem:

Sim, ele voltou! A modéstia continua não existindo em seu vocabulário, mas desta vez está mais simpático, divertido, faz umas piadinhas. Percebeu como a vida é dura sem a sua fiel secretária e ficou todo perdido e desamparado. Com ele aprendi que jornalista não é fofoqueiro, só repassa a informação.
Vício de linguagem: Utilizar as palavras mais complicadas possíveis, principalmente na hora da prova. Sempre tem uma palavrinha que ninguém sabe e ele, claro, sente prazer quando demonstramos.
Crítica construtiva: Deu uma engordadinha! Bora pros ferros!

Quarta era o dia das professorAs. Primeiro, aula de Psicologia do Consumidor

Ser aluna e funcinária de Vladimir Herzog já impõe respeito. Deve ter sido muito liberal quando mais jovem e, por isso, procura manter todo um espírito de juventude. Já teve dois casamentos que não deram certo, mas a colega se deu bem na vida.
Vício de linguagem: Gente – “Gente, a gente está aqui hoje para aproveitar a vida! Sabe gente, quando eu era mais jovem eu aproveitava, isso antes de casar com o meu primeiro marido. Gente, eu tinha umas amiguinhas e gente, a gente aprontava muito!”.
Crítica construtiva: Ela nunca se lembra onde deixou a bolsa. Precisa de uma cordinha, sei lá, para não perder. Coisa de gente phyna!

No segundo horário, Jornalismo Comunitário:

Deve ter sido a nerd máster da ECA. Costuma rir de suas próprias piadas e ninguém entende a coitada. O pessoal na verdade começa a rir das caretas que ela faz quando fala e ela se sente A Engraçadona! Dá dó! Not
Vício de linguagem: Obviamente – “Obviamente, que uma rádio comunitária precisa de concessões para funcionar e, obviamente, que o governo não as concede. Então, obviamente, um veículo comunitário precisa ter, obviamente, pessoas da comunidade trabalhaaando e produziiiindo algo, né? E, obrigatoriamente, isso precisa acontecer…”.
Crítica construtiva: Falta didática! Segunda aula é preciso muita e realmente, ficar lendo textos não é legal. O pessoal assina a lista e vai embora mesmo!

Quinta a aula que deixou saudade. Telejornalismo com:

A aula mais legal com gente que realmente trabalhou na área. Sempre bem vestido, chega na sala quietinho e pontualmente começa a falar, falar e falar. Falou que é Twitteiro, mas nunca vi uma atualização. É um pouco bipolar, sempre muito legal na primeira aula e mais nervoso na segunda, provavelmente porque algum aluno chato foi amolar. Sim, eu o adoro porque ele lembra muito o meu pai!
Vício: Dar sermões – “Vocês vão fazer um trabalho e já que me interromperam, se virem! Eu estava aqui querendo explicar. Como vocês acham que é a vida lá fora, nas redações? Vão chegar lá pensando que sabem tudo só por causa da merda de um diploma e escreve errado, ou bate boca com alguém. Aprendam uma coisa, vocês podem ser jornalistas com diplomas, mas os ruins nunca serão bons profissionais. Isso lá fora está cheio! Eu sei, eu vejo isso direto!…
Crítica Construtiva: Poderia pedir para ele ouvir menos os alunos chatos e parar de transformar a aula em particular, mas o menino chatão que fazia isso abandonou a faculdade! Portanto, \O/

Sexta-feira, para fechar a semana, dia de Agências de Notícias com o nosso querido:

Ele quer popular o mundo gente! Está no segundo filho em 3 anos de faculdade.
No primeiro ano deu aula para a nossa sala e coitado, suava muito! Alguns dias ele até trocava a camisa na hora do intervalo, mas agora parou!
Vício de linguagem:Boooooa!”, “E tatata, tatata….” e “A Havas…
Crítica Construtiva: Ah, no primeiro ele era mais motivado, acho que as trocas de fraldas estão acabando com ele!

Crítica construtiva: Deu uma engordadinha! Bora pros ferros!
 
29
Jan
2010
Esmalte da Semana: Pink + Pistache

 
27
Jan
2010
Pela Paulista – Parque Mario Covas

Eu sempre tive vontade de criar um blog sobre os eventos que acontecem nas adjacências da Paulista, que é praticamente o quintal de casa. Enquanto isso não acontece, vou começar humildemente uma tag aqui no blog chamada Pela Paulista, para tentar mostrar um pouquinho deste pedacinho da cidade.

Começo essa tag com a inauguração de uma nova área de lazer que ganhamos no início da semana, o Parque Mario Covas.


Imagem: João Luiz/Secom

A escolha do nome foi polêmica, uma vez que o terreno já tenha pertencido a René Thiollier, um dos principais apoiadores e patrocinadores da Semana de Arte Moderna de 1922, combatente da Revolução Constitucionalista de 1932, entre outros. Quando ele morreu, a família vendeu o imóvel e a mansão foi derrubada. Como a maioria dos imóveis antigos daqui do bairro, a área já foi utilizada como estacionamento e ficou abandonada por um tempão. Hoje, a filha de René, aos seus 88 anos, reivindica a troca do nome, mas por enquanto nada foi alterado.

Fonte: http://flanelapaulistana.com

O Parque Mario Covas foi inaugurado no dia do aniversário da cidade, 25 de janeiro. Está localizado ao lado daquele casarão onde acontece à feira de animais e roupas. O local também já abrigou a casa onde nasceu o paisagista Roberto Burle Marx, que também desenvolvia trabalhos como desenhista, pintor, escultor e musicista.

Para lazer, o parque possui uma área com mais de 5 mil metros quadrados e conta com bicicletário, banheiros e Central de Informações Turísticas (CIT).

Serviços ao Turista:
A CIT terá uma equipe bilíngüe para ajudar a fornecer informações sobre a história da cidade, os pontos turísticos, roteiros, passeios e programação cultural. A equipe também estará treinada para prestar informações sobre a história do parque e do antigo casarão que existiu no local.
Além disso, estarão à disposição dos turistas materiais impressos, como mapas, sugestões de roteiros e informações sobre os equipamentos da cidade. A central funcionará diariamente das 8h às 20h.

Mais um pouquinho sobre a história:
Achei que ficou um pouquinho confusa essa história de Burle Marx e René Thiollier. Resolvi pesquisar e li no Diário Oficial que a área do parque realmente abrigou a casa onde nasceu Burle Marx e foi projetada pelo René Thiollier. A casa construída com toda aquela influência européia do século 20 era uma das mais imponentes da região e recebeu jantares e encontros da alta sociedade. Em 1972 o casarão foi demolido e em 1992 foi tombado pelo Compresp.

Funcionamento: Todos os dias, das 6h às 22h.
Localização: Esquina da avenida Paulista com a alameda Ministro Rocha Azevedo
Telefone da administração: 3289-2160

 
20
Jan
2010
Animais em Condomínios + Ajuda

Gente, esta é a Bolinha, uma cachorrinha com menos de 1 ano que precisa da sua ajuda

Li no blog da Vivi e resolvi ajudar. O dono dessa fofura vai se mudar para um apartamento e não poderá leva-la.

Já procuraram centros de adoção, porém, sem sucesso. A “solução” encontrada por ele se não encontrar um dono logo é… sacrificá-la. Sim, eu sei o quanto essa atitude é injusta, porca, medíocre e etc etc. Sei também que o sacrifício de animais sadios no estado de SP é teoricamente proibido -e sendo mais realista ainda, sabemos que o cara pode simplesmente abandonar a pobrezinha na rua.

Acho isso uma palhaçada. Aqui no Brasil deveriam existir leis mais severas para quem maltrata ou abandona animais, que dá no mesmo. Enquanto isso não funciona, vamos ajudar! Para adotar essa fofura, que não merece ter um dono como esse, é só entrar em contato com a Vi, por aqui: http://www.borboletando.org/vamos-ajudar/

Gente, 4 pessoas estão interessadas na Bolinha, mas se você quer adotar um bichinho (seja consciente), conheça o trabalho do SOS Animais. Lá sempre tem um cachorrinho ou gatinho querido a procura de um lar.

Aproveitando, uma vez li na Pet Rede, um blog voltado a animais, feito pela rádio Jovem Pan, que os condomínios não podem proibir a posse e a circulação de cachorros, desde que eles sejam sociáveis e não ofereçam risco a vizinhança.

Segundo a advogada da ONG Terra Verde Viva, Ana Rita Tavares, a Constituição Federal assegura o direito de propriedade do animal ao indivíduo, desde que respeitadas as condições de higiene e segurança do imóvel. As convenções internas que impõe aos moradores transitarem com os cachorros pela escada ou carregá-los dentro dos elevadores estão passíveis de anulação, pois não pode haver privação do condômino em circular pelas áreas comuns com os bichos. “Se não há perigo iminente do animal atacar alguém, não tem sentido proibir, mesmo que o cachorro seja grande”.

Quem deixa o cachorro defecar ou urinar na garagem ou playgroud não está sendo responsável com o seu bicho de estimação, muito menos com o espaço que é de todos”, destaca a advogada.

Fonte e matéria completa:  Pet Rede

Já tive um cachorro que foi proibido de RESIDIR no meu apartamento, claro que eu queria entrar com uma ação contra o prédio, mas a minha mãe, muito desesperada, acabou levando o meu cachorro para o meu avô. Achei melhor na época porque meu cachorro realmente estava acostumado a viver em uma casa, com espaço e rua para se distrair. Mesmo assim, nunca me conformei, e,  se soubesse de tudo isso teria lutado mais para ficar com ele. Hoje não largo o Scott por nada!

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