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07maio 2016

Por São Paulo: Edifício Matarazzo

Postado por às em Lugares

Em 2009 eu fiz um post aqui contanto a minha travessura sobre subir no jardim do prédio em que trabalho, o grande Edifício Matarazzo. Por ser um equipamento histórico, bem conhecido no centro da cidade, muita gente me perguntou na época se o espaço era aberto para visitação, mas não era. ERA, porque desde o ano passado a atual administração abriu o prédio pra galera. \O/

Para fazer o tour, basta agendar antecipadamente pelo e-mail visitaedificiomatarazzo@spturis.com. As visitas têm duração prevista de uma hora, com grupos de até dez pessoas e são acompanhadas por um funcionário da SPTuris, que conta histórias e curiosidades sobre o edifício.

O mais legal é que a visita não se restringe ao jardim. Ela começa no Viaduto do Chá, bem em frente ao edifício, ao lado da van de informações turísticas da SPTuris. Ali os visitantes recebem informações sobre a história do prédio e sua arquitetura.

Depois o grupo vai para o hall monumental, que é a entrada principal, onde fica um enorme mapa do Brasil, do ano de 1939. No segundo andar, é transmitido um vídeo sobre a história do prédio e da família Matarazzo, que foi a grande responsável pela construção.

Por fim, a visita é encerrada no jardim, onde há 3 mirantes (de onde é possível ver outros pontos turísticos, como o Edifício Copan, a Câmara Municipal, o Edifício do Banespa e o Theatro Municipal), mais de 400 espécies vegetais de todas as partes do mundo e um tanque com carpas.

Se você curte arquitetura, paisagens urbanas e se interessa por história é um prato cheio! Clique aqui e leia mais sobre a visitação. Também criei esse álbum no Flickr com mais imagens!

Sugestão: Agende a sua visita para um sábado, pois apenas neste dia a visita pelo prédio passa pelo 5º andar, onde funciona o gabinete do prefeito, que reúne objetos e obras de arte.

História
Localizado no Vale do Anhangabaú junto ao Viaduto do Chá, centro de São Paulo, o Edifício Matarazzo é um dos cartões-postais da cidade e sede administrativa da Prefeitura Municipal desde 2004.

O prédio possui um estilo que lembra construções italianas da década de 30 e foi projetado por Severo e Vilares, com revisão do arquiteto italiano Marcello Piacentini. A construção foi entregue ao proprietário,Francisco Matarazzo Júnior, e funcionou como sede das indústrias da família até 1972, quando foi vendido ao Grupo Audi.

O edifício, conhecido também como “Banespinhapor ter sido uma das sedes do Banco do Estado de São Paulo até 2003 ou Palácio do Anhangabaú, foi cedido à Prefeitura depois de uma renegociação da dívida da Companhia Municipal de Transportes Coletivos, em 2004, quando passou a abrigar a sede da administração municipal.

Edifício Matarazzo
Endereço: Viaduto do Chá, 15 – Anhangabaú – Centro
Agendamento: visitaedificiomatarazzo@spturis.com
Funcionamento: Segunda a quinta-feira: 10h, 12h e 15h
Sextas-feiras: 15h, 17h e 19h
Sábados: 10h e 14h

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14jul 2015

Por Sampa: Comprando refris importados

Postado por às em Compras & Presentes, Lugares, Paulistana

Eu já disse várias vezes por aqui o como eu amo ser paulistana e como sou grata por viver nessa cidade imensa, cheia de achados. Na semana passada dei uma passadinha na bomboniere (loja de doces) e encontrei essas duas raridades.

No decorrer do dia várias pessoas me perguntaram onde tinha encontrado, tanto pessoalmente como no Instagram. Então vou deixar aqui registrado para vocês:

Bomboniere SDB Segredo dos Doces
Rua São Bento, 50 – Centro de São Paulo

Fica pertinho do Largo São Francisco, bem em frente a perfumaria Princesa, que é outra perdição. Além das Cocas tem também outros produtos importados, inclusive refrigerantes de outras marcas, como Dr. Pepper. O preço não é muito amigável, paguei R$ 6,80 em cada uma, mas  se considerarmos o preço do dólar até que foi ok!

Outra coisa que me faz sempre passar por lá é que a loja também aceita cartões, inclusive de vale refeição!

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18maio 2015

NY: E lá se foram três anos…

Postado por às em Lugares

Dia 11 completou TRÊS ANOS que fui para Nova York, mas parece que foi ontem. Foi simplesmente a melhor viagem da minha vida e uma das melhores coisas que fiz na minha vida. Pelo momento que estava passando, acabei não registrando tudo aqui como eu queria, coisa que me arrependo até hoje. Realmente queria compartilhar tudo com vocês, mas depois de tanto tempo, são poucas coisas que poderia falar sem receio de terem sido modificadas com todo esse tempo que passou.

Quando tomei a decisão de ir para NY a minha vida estava uma bagunça! Do nada passei na loja de intercâmbio e fechei o contrato e em menos de quatro meses estava embarcando, com o visto (de estudante) emitido aos 45 do segundo tempo. Cheguei a fazer esse post contando como foi toda a parte do intercâmbio.

Cheguei em Nova York em uma manhã de sábado, após 10 horas de voo na fileira do meio ao lado de uma criança, sem falar ou entender qualquer coisa de inglês, completamente em pânico pensando que tinha feito a maior merda da minha vida. Simplesmente não sabia como sair do aeroporto. Por sorte achei uma atendente de um shuttle (um serviço de van que te leva para os lugares) que falava em espanhol. Peguei uma van e fiquei na porta do hotel.

Depois disso a adaptação foi acontecendo. Por sorte tive uma colega de quarto, que me tratou super bem e me entrosou com a turma. Mesmo com várias companhias, descobri como é bom viajar sozinha! Você ficar onde quiser, quanto tempo quiser, sem ninguém buzinando no seu ouvido. Assim o mês passou voando.

Grand Central Terminal

Monumento do Romero Brito em Columbus Circle

Trump International Hotel and Tower

Bike fofa em frente ao Central Park

5ª avenida

LOVE

A cidade mágica dos táxis amarelos

Times Square

A ciclovia da Broadway

Williamsburg

Lojinhas de souvenires

O touro de Wall St. – Fica uma fila para passar as mãos nas genitais dele. Dizem que traz sorte!

E os playgrounds para cachorros? Encontrei vários!

Washington Park

Só vi essas lambretas por lá. As motos mesmo eram aquelas tipo Harley ou tunadas, até com luzes

A minha despedida no aeroporto 

Ainda antes de embarcar me disseram que NY era uma praga, pois você vai e embora existam outros lugares do mundo para conhecer você quer voltar para lá do mesmo jeito e comigo foi assim. Não vejo a hora de conseguir me organizar para começar a planejar essa volta, desta vez com o Rodrigo. Sonho mesmo seria ficar de vez por lá, quem sabe?! Sonhar é de graça e atrai!

Mais posts que cheguei a fazer sobre NY:
Vlog: Sweet Pearl em NY
10 coisas desagradáveis sobre NY
NY Eu fui – Playlist
NY – O Intercâmbio

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04set 2014

Hospital Matarazzo em “Made by… Feito por Brasileiros”

Postado por às em Eventos, Lugares

A minha história com este espaço hoje chamado de Cidade Matarazzo começou há muito tempo. Não trabalhei lá, nem fui paciente, mas sempre que ia visitar a minha mãe no trabalho passava em frente e achava que era uma fábrica. Depois descobri que na verdade se tratava de um espaço enoooorme que por muitos anos funcionou o “Hospital Umberto Primo”, também conhecido com “Hospital Matarazzo”.

Como já morava ali perto, na época da faculdade decidi ir a fundo nessa história em um trabalho que tivemos que fazer. Me senti “A jornalista investigativa” quando fui lá com o meu grupo, invadimos o estacionamento – que na época estava funcionando – tiramos várias fotos e fomos expulsos por um segurança. Nesse dia até pulga – sim, pulga! – eu peguei!

Clique e conheça a história do hospital -> show

Agora o local abandonado finalmente ganhou vida  e recebe de 9 de setembro a 12 de outubro a exposição “Made by… Feito por Brasileiros”. São obras de aproximadamente cem artistas de diferentes países, metade deles do Brasil, espalhadas por todos os pavilhões, corredores e jardins do antigo hospital.

Dia 2 eu tive a oportunidade de finalmente entrar lá “na legalidade” e passei mais de três horas fotografando não apenas as obras artísticas, mas principalmente a arquitetura daquele lugar que tanto me encanta!

O que eu mais gostei é que as intervenções respeitaram as instalações e arquitetura do hospital, muitas vezes até no clima – com sons, fumaças, deixando tudo meio sombrio – preservando as marcas do tempo e do abandono. O que não aprovei foi a arte com água onde funcionava o refeitório/lavanderia.




Vou deixar mais fotos abertas no meu Flickr para vocês darem uma olhada!

Serviço:
“Made by… Feito por Brasileiros”
Quando? De 9 de setembro a 12 de outubro de 2014
Horário: De terça a domingo, das 9h às 17h
Onde? Cidade Matarazzo
Endereço: Alameda Rio Claro, 190 – Bela Vista
Quanto? Grátis!!!

 

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28ago 2014

Butantã Food Park

Postado por às em Gastronomia, Lugares

No meu último plantão finalmente eu conheci o tal do Butantã Food Park que tanto o pessoal estava comentando – escrevi matéria aqui. O lugar já virou uma nova atração na cidade e também ficou conhecido como Feirinha Gastronômica ou Chefs de Rua. É um terreno localizado no bairro do Butantã onde estão estacionados vários Food Trucks e outras barraquinhas de comida. Uma verdadeira praça de alimentação a céu aberto!

O clima é bem parecido com os das tradicionais quermesses, mas sem músicas ou aquele tio chato falando o tempo inteiro ao microfone.  Veja aqui a página oficial do espaço.

Como eu estava a trabalho nem tive tempo de aproveitar. Daí no último final de semana amolei bastante o namorado e fomos.

Chegamos umas 19h30 e apesar de estar lotado, a espera para pegar as comidas não demorou muito. Eu escolhi o food truck chamado Falafeando e comi o sanduíche deste bolinho árabe de grão de bico (paguei R$ 18,00 com o refrigerante). Totalmente vegetariano!

Já o Rodrigo foi na tenda do Churrasco Colombiano e esperou uns 10 minutinhos para garantir o dele (pagou quase R$20,00).

Para não dizer que não tinha fila, vi nas barraquinhas do waffle, do suco natural (com umas seis pessoas) e dos picolés gourmet.

Butantã Food Park
Endereço: Rua Agostinho Cantu, 32 – Butantã
Horário: De segunda a terça das 11h às 15h e das 16h às 20h
Quarta a sexta das 11h às 16h e das 17h às 22h
Sábado das 11h à 0h
Domingo das 11h às 19h
Entrada gratuita

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07ago 2013

10 coisas desagradáveis sobre NY

Postado por às em Lugares

Vejo sempre muitas e muitas pessoas dando dicas ótimas sobre cidades que visitaram, mas acho que também é sempre bom saber as coisas ruins. Por conta disso listei as 10 coisas de Nova York que mais desagradaram quando estive lá, há pouco mais de um ano. Pode ser que tenha mudado…

1. É horrível ter que calcular as gorjetas (tips) nos restaurantes
Como fiz vários amigos por lá acabei indo a vários restaurantes diferentes, não só em fast-foods como era a minha meta. Aqui no Brasil já acho péssimo calcular quem gastou o que com os amigos, em português, agora imagine em inglês?! Seria mais fácil ter lá a famosa “taxa de serviço”. Bom, eu já odeio contas por natureza!

2. O cheiro em algumas estações do metrô
Se aqui em São Paulo o horrível odor de suor toma conta dos vagões, lá um dos maiores desconfortos do metrô é o cheiro de algumas estações. Mal conseguia respirar na estação que descia para ir ao curso. Ah, e para quem acha que tudo nos outros países funciona e é perfeito, vale ressaltar que o metrô também fica bem cheio nos horários de pico, só que lá as pessoas não saem te empurrando para viajarem sentadas.

3. Os motoristas são péssimos
Principalmente os de taxis. É comum escutar freadas e motoristas se xingando.

4. As ruas são cheia de remendos, bueiros e buracos
O asfalto não é tão perfeito não. Também existem ruas de paralelepípedos e no final da tarde é comum vermos algumas pilhas de lixo nas ruas. Mais uma coisa que não acontece só aqui e o pessoal adora falar! Essa da foto até que estava bonitinha!

5. O ar é seco, muito seco
Pode ser devido a época que eu fui, mas o clima estava tão seco que meu nariz só começou a se adaptar nas duas últimas semanas.

6. Os pratos de comida são gigantes
São muito grandes mesmo e sempre deixava comida no prato, coisa que odeio. Para você ter uma idéia, no Mc de lá vc compra 1 cheeseburger e quando olha o saquinho tem 2. Na primeira vez pensei que tinham colocado a mais.


7. Portas pesadas
As portas dos restaurantes e lojas são mega pesadas para abrir.

8. Ratos
Se aqui em São Paulo é comum vermos baratas saindo dos bueiros em dias quentes, lá presenciei muitos e muitos ratinhos. Em uma noite contamos seis brincando nos trilhos do metrô (pensa na aflição que a pessoa aqui ficou com medo de ver um atropelamento). Vale a observação de que as baratas que vi por lá eram bem menores do que as que vejo aqui, e mesmo assim minhas amigas da Suíça já ficaram horrorizadas.

9. Falta de acessibilidade
Uma vez ouvi uma reportagem dizendo que dá para notar se uma cidade é acessível pelo número de cadeirantes que você vê trafegando na rua. Lá se eu vi um foi muito! Fora as lojas que você entra pensando que são pequenas e se depara com vários e vários andares com muita escada. Também não perguntei sobre elevadores, pode ser que esteja enganada.

10. Proibido bebida alcoólica
Sabe quando você vê nos filmes os moradores de rua andando com uma garrafa embrulhada em um saco de pão? Então, lá é proibido você comprar, por exemplo, uma garrafa de Corona e sair com ela bebendo tranquilamente do mercado. Isso vale também para os bares. Se está com alguma bebida alcoólica é do bar para dentro.

Outras curiosidades:
Não encontrei aqueles iogurtes (tipo Danone mesmo – de morango, chocolate) nos mercados. Apenas aqueles naturais, completamente sem gosto.
Não existe wi-fi em todos os lugares como se falam não! Todas as vezes que estive no Central Park também não rolou.
Sim, existe praia em NY! E você pode chegar nelas com trem ou mesmo o metrô. A de Coney Island é de graça (free), mas você paga para entrar na de Long Island – e essa tem até horário de funcionamento. Estranho, não?!
Não existe ciclovia em todos os lugares como falam, mas é possível ver muitos ciclistas aos finais de semana pelas ruas e parques mesmo.
É comum vermos também crianças grandes (tipo de 5 a 7 anos) em carrinhos de bebê. Uma amiga minha chegou a perguntar e responderam que é porque desse jeito é mais fácil controlar as crianças assim…
Antes de visitar a B&H (loja de produtos eletrônicos e câmeras muito baratas) é bom conferir  os dias de funcionamento. Por motivos religiosos a loja tem um calendário diferente e não funciona, por exemplo, aos sábados.
Perto do meu hotel os restaurantes estavam sempre fechados antes das 23h. Cadê a cidade que nunca dorme?

Apenas alguns fatos, já que eu poderia indicar 10, 20, 30, infinitas coisas boas dessa cidade perfeita. Claro que eu ainda tenho a esperança de fazer mais posts sobre a viagem e claro que eu ainda quero voltar lá, o quanto antes!

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09maio 2013

Ong: Nosso Sonho

Postado por às em Lugares

Uma das coisas que mais gosto por ser jornalista é a oportunidade de conhecer novos lugares em todos os pontos da cidade. Lugares que sempre quis estar e outros que nunca imaginei que seria possível, mas tem também a parte da emoção…

Terça-feira acompanhei uma pauta com a primeira dama, Ana Estela Haddad, que foi conhecer o trabalho realizado na ONG “Nosso Sonho”, que oferece atividades a  crianças, jovens e adultos com paralisia cerebral no intuito de incluí-los tanto na sociedade, como no mercado de trabalho.

A instituição foi fundada em 2007 por Suely Katz, após perder seu filho com paralisia. Só quem acompanha casos como este de perto sabe como é difícil. Atualmente são atendidas 49 pessoas (a maior parte desde a fundação) e a fila de espera é grande. Infelizmente a ONG não tem mais espaço e condições para atender mais gente. A Nosso Sonho é mantida apenas por doações, parcerias com empresas provadas e eventos que ela mesma organiza.

Além dos trabalhos convencionais de fisioterapia e fonoaudióloga, etc, a ONG também oferece oficinas de artes plásticas, culinária, dança e de jornalismo, que fiquei encantada. Lá 8 repórteres desenvolvem a revista “A.Nó.S.”, que já está em sua 15ª publicação. É uma revista totalmente desenvolvida por eles, desde a reunião de pautas até as entrevistas e os textos. Cada aluno tem a sua coluna e graças a uma parceria com a Tecnisa e com o Café Havanna, foram contratados com carteira assinada e recebem salário.


Imagem: Fernando Pereira/SECOM

Fiquei admirada com o esforço e a preparação de todos eles. Melhor que muitos repórteres que conheço. Infelizmente, por preconceito, eles encontram um muro enorme na hora de uma colocação no mercado de trabalho. São lugares assim que devolvem a cidadania para as pessoas e nos fazem perceber como a nossa vida é fácil e como reclamamos de barriga cheia!!!

Nosso Sonho
Rua Minerva, 265 – Perdizes – São Paulo – SP
Tel: (11)3564-0555

Doações: Banco Itaú
Agência: 7779
Conta corrente: 01952-5

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