Nessa semana as aulas da faculdade estão de volta. Último ano, expectativa, ansiedade e medo de não dar conta, já que o ritmo vai ser mais hard por causa do meu novo horário de trabalho.
Preparei um post com o @Sesséu desde que o 6º semestre começou. Não tinha publicado falta de tempo, masss, nunca é tarde. Segue um balanço dos Meus queridos Professores – Parte III
Os professores melhoraram, dominaram mais o assunto das aulas. Claro que nem tudo foi perfeito. A semana começava muito bem com a aula de Ambiente Econômico Global not com o nosso querido professor:

Vivia filosofando. Apostou que a Dilma será presidente e que o São Paulo iria ganhar o Brasileirão (perdeu). Adora uma piadinha de pobre e quer ser Morettski quando crescer. Seu jeitinho de Massaranduba solteirão faz a alegria da mulhegada! Mas muito cuidado, não se engane com ele. Mau humor é o seu sobrenome, não dá revisão porque, segundo ele, isso é coisa de aluno preguiçoso. Muito chatoooooo!
Vício de linguagem: Pensar alto – “Ahhhh…” ou “Hummmm…” - Bem Ross mesmo!
Crítica construtiva: Precisa avisar quando falta!
Terça-feira era dia do grande ditador nos lecionar Livro Reportagem:

Sim, ele voltou! A modéstia continua não existindo em seu vocabulário, mas desta vez está mais simpático, divertido, faz umas piadinhas. Percebeu como a vida é dura sem a sua fiel secretária e ficou todo perdido e desamparado. Com ele aprendi que jornalista não é fofoqueiro, só repassa a informação.
Vício de linguagem: Utilizar as palavras mais complicadas possíveis, principalmente na hora da prova. Sempre tem uma palavrinha que ninguém sabe e ele, claro, sente prazer quando demonstramos.
Crítica construtiva: Deu uma engordadinha! Bora pros ferros!
Quarta era o dia das professorAs. Primeiro, aula de Psicologia do Consumidor

Ser aluna e funcinária de Vladimir Herzog já impõe respeito. Deve ter sido muito liberal quando mais jovem e, por isso, procura manter todo um espírito de juventude. Já teve dois casamentos que não deram certo, mas a colega se deu bem na vida.
Vício de linguagem: Gente – “Gente, a gente está aqui hoje para aproveitar a vida! Sabe gente, quando eu era mais jovem eu aproveitava, isso antes de casar com o meu primeiro marido. Gente, eu tinha umas amiguinhas e gente, a gente aprontava muito!”.
Crítica construtiva: Ela nunca se lembra onde deixou a bolsa. Precisa de uma cordinha, sei lá, para não perder. Coisa de gente phyna!
No segundo horário, Jornalismo Comunitário:

Deve ter sido a nerd máster da ECA. Costuma rir de suas próprias piadas e ninguém entende a coitada. O pessoal na verdade começa a rir das caretas que ela faz quando fala e ela se sente A Engraçadona! Dá dó! Not
Vício de linguagem: Obviamente – “Obviamente, que uma rádio comunitária precisa de concessões para funcionar e, obviamente, que o governo não as concede. Então, obviamente, um veículo comunitário precisa ter, obviamente, pessoas da comunidade trabalhaaando e produziiiindo algo, né? E, obrigatoriamente, isso precisa acontecer…”.
Crítica construtiva: Falta didática! Segunda aula é preciso muita e realmente, ficar lendo textos não é legal. O pessoal assina a lista e vai embora mesmo!
Quinta a aula que deixou saudade. Telejornalismo com:

A aula mais legal com gente que realmente trabalhou na área. Sempre bem vestido, chega na sala quietinho e pontualmente começa a falar, falar e falar. Falou que é Twitteiro, mas nunca vi uma atualização. É um pouco bipolar, sempre muito legal na primeira aula e mais nervoso na segunda, provavelmente porque algum aluno chato foi amolar. Sim, eu o adoro porque ele lembra muito o meu pai!
Vício: Dar sermões – “Vocês vão fazer um trabalho e já que me interromperam, se virem! Eu estava aqui querendo explicar. Como vocês acham que é a vida lá fora, nas redações? Vão chegar lá pensando que sabem tudo só por causa da merda de um diploma e escreve errado, ou bate boca com alguém. Aprendam uma coisa, vocês podem ser jornalistas com diplomas, mas os ruins nunca serão bons profissionais. Isso lá fora está cheio! Eu sei, eu vejo isso direto!…”
Crítica Construtiva: Poderia pedir para ele ouvir menos os alunos chatos e parar de transformar a aula em particular, mas o menino chatão que fazia isso abandonou a faculdade! Portanto, \O/
Sexta-feira, para fechar a semana, dia de Agências de Notícias com o nosso querido:

Ele quer popular o mundo gente! Está no segundo filho em 3 anos de faculdade.
No primeiro ano deu aula para a nossa sala e coitado, suava muito! Alguns dias ele até trocava a camisa na hora do intervalo, mas agora parou!
Vício de linguagem: “Boooooa!”, “E tatata, tatata….” e “A Havas…”
Crítica Construtiva: Ah, no primeiro ele era mais motivado, acho que as trocas de fraldas estão acabando com ele!






















